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Habitar: Eduarda Guima

Eduarda Guima, é curadora e pesquisadora do natural na Toró Indígena, marca que faz parte do Jardim Secreto e onde expressa seu propósito de entender sobre os ciclos dos objetos e as relações que eles causam na natureza.


Seu caminhar profissional se expande até sua vida pessoal. É fácil perceber isso ao ouvir a Duda falar sobre seu habitar e a forma como se relaciona com esse espaço parte do cotidiano.


Eduarda vive em Curitiba, e a relação com o lugar que vive é de longa data e vem de gerações. O terreno que um dia foi a casa de sua bisavó e parte da história de toda a família, se tornou prédio por uma construtora. Hoje várias pessoas da sua família moram nesses apartamentos, inclusive Duda.


O processo de construção da sua casa vem justamente de suas pesquisas. "Enquanto química eu percebi que existem muitos elementos invisíveis no habitar, que a gente não se dá conta", Duda cita como exemplo possíveis derivados de petróleo no nosso colchão.



Justamente por isso aderiu a ideia de usar o mínimo possível de insumos nocivos e químicos que possam existir em nossas casas.

"Minha intenção é realmente que minha vida fosse biodegradável, que eu não deixasse rastros."

Todos os objetos que fazem parte da sua casa possuem essa relação com o natural, não apenas os móveis ou itens menores. O objetivo é gerar o menor impacto possível, tanto na produção quanto no uso dos objetos.


Grande parte da decoração de sua casa são cestarias de comunidades indígenas, parte da curadoria da Toró, que se relacionam com o natural de uma forma que a gente se desconectou.


"Acredito que nossa casa é apenas um lugar de acolhimento, que a gente se sinta bem para buscar locais favoritos dentro de si e fora de nós."

Nesse sentindo os afetos são apenas complementares na história da pesquisa do natural.


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